Do we still have time to talk about the Olympics?

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The Olympic Games are a special kind of phenomenon. Combine this with the vibrancy of Brazilian culture and you have a potent mix of atmosphere and exhilaration—all set against a backdrop of political tension and trepidation. But how did brands in Brazil capitalize on the world's biggest sporting roadshow? Luciana Stein, our Lead Trend Strategist in the SCA region, explores.

Ainda dá tempo pra falar das Olimpíadas?

Em meio, às vezes vibrante/às vezes suave festa de encerramento da Rio 2016, muitos brasileiros talvez tenham pensado: “vaidizê,  eita energia coletiva e entusiasmo. Nessa hora, os gringos devem estar comprando passagem pro Carnaval aqui e desejando ser um pouco como a gente” (sim, eu pensei isso). 

No entanto, não foi apenas uma Olimpíada com muita energia humana, garra e boa vontade (o que o Galvão Bueno provavelmente diria). A qualidade dos eventos e das ações inovadoras das marcas durante os jogos tiveram um upgrade em relação aos da Copa, há 2 anos.

Uma das ações mais impactantes em termos de inovação foi a da Samsung ao levar a experiência dos Jogos Olímpicos aos brasileiros das regiões mais distantes do país usando a Realidade Virtual (pense em uma tribo indígena e os pescadores de uma ilha usando os óculos de RV). #Vale ver esse vídeo. A tecnologia criando emoção ainda vai render muitas campanhas às empresas que desejam engajar os consumidores por aqui e será uma chave para destravar essa tecnologia emergente - o video da Samsung tem cerca 100 mil visualizações (nota: a TrendWatching tratou bem disso em VIRTUAL ACTUALIZATION.)

Esse conteúdo da Samsung em RV chamado #DesafieBarreiras estava disponível também no espaço da marca no Boulevard Olímpico. Talvez o próximo passo da Samsung seja usar a RV para fazer o caminho inverso, nos levar pra dentro de uma tribo indígena e para uma ilha de pescadores e assim nos remover um pouco da nossa rotina descontrolada

Os espelhos giratórios na Skol Live House, no Boulevard, que pulsavam de acordo com o agito da festa Olímpica também são outro recurso para potencializar as experiências dos consumidores com a tecnologia. Em pouco tempo, os consumidores brasileiros esperarão que experiências imersivas deste tipo sejam mais frequentes em diferentes indústrias. Não importa o que a sua marca vende, existem maneiras muito mais envolventes hoje de estimular a interação do público (como fez a Skol) e explorar a potencialidades do seu produto (como fez a  Samsung).

A tecnologia é aliada e se você aprender a lidar com ela (ao invés de temê-la) e aplicar a RV será um dos caminhos para ajudar as marcas serem experienciadas, vividas pelo consumidor – antes de serem compradas. 

Há anos o mercado nos promete uma sociedade sem dinheiro – CASHLESS, mas a Visa de fato avançou essa conversa quando colocou em prática um belo exemplo de wearable technology ao apresentar pulseiras, relógios e anéis que permitem realizar pagamentos durante os Jogos. Em parceria com o Uber Pool, a marca do setor financeiro deu um toque lúdico às caronas compartilhadas.

Visa Payment Innovation Showcase with Ibtihaj Muhammad

Já a Magazine Luiza flexibilizou os preços toda vez que os atletas brasileiros ganharam alguma medalha de ouro (DYNAMIC DEALS anyone?).

E a Nike? Mais do que o esporte, a comunicou algo que até os que não gostam de esporte entendem: a liberdade (veja a campanha Unlimted aqui) e ao abrir o jogo provavelmente conquistou novos fãs.

A Rio 2016 pode não ter chegado a todos os brasileiros (a maioria do público veio dos estados do RJ, SP, BA e DF), mas muitas marcas que criaram a partir das Olimpíadas estenderam suas ações para todo o público e muitas dessas ações eram exemplos de tendências que tratamos na TrendWatching. Isso nos mostra não apenas que as tendências tem longa duração (exemplos delas seguem pipocando), mas que o esporte se tornou uma plataforma de comunicação com os consumidores e que cada vez mais essa plataforma se alinha com o seu tempo/com as tendências de consumo.

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